domingo, 4 de março de 2012

“O BODE NA MAÇONARIA” 1

- Parte I -
“E não me chamem de bode, pois eu prezo por um bom banho”
Dentro da maçonaria, muitos desconhecem o nosso apelido de bode.
A maioria dos maçons desconhece totalmente sobre “O Bode”, pelo contrário, quando ingressam na maçonaria, descobre que não há bode nenhum. Daí, muitos não se interessam em saber a origem dessa crendice.
Então de onde vem está historia de bode?
Os maçons por brincadeira alimentam essa fantasia, ou por diversão, ou para manter longes pessoas indesejadas e muitas vezes até mesmo para testar se o candidato a maçonaria se deixa levar por essas brincadeiras.
Também é comum, entre os próprios maçons, se referem a outros maçons como bode.
Exemplo:
- “Essa festa está cheirando a bode!” – quer dizer – “Essa festa está cheio de maçons”
- “Fui ao hospital, e o médico era bode.” – quer dizer – “Fui ao hospital, e o médico era maçon.”
Outra brincadeira comum é uma expressão dita ao candidato que está prestes a ingressar na ordem.
-”Estás preparado para sentar no bode?”
Realmente, parece assustador de primeira mão. Mas essa expressão é usada para testar se o candidato se deixa levar pelas crendices.
Na verdade quer dizer: “Estas preparado para ingressar na maçonaria?”
Assim como em palavras o bode virou mania entre os maçons. Adesivos de carro, chaveiros, camisas, bonés, bonecos e até estatuetas são visto entre o meio maçônico. Hoje, o bode, virou uma brincadeira
Sendo que, o povo ainda acredita nessa tolice. Então se não fores maçom pensa bem no que acabara de ler, e não deixe que fundamentalistas fanáticos induzam a sua visão contra a Maçonaria.
Então de onde vem está história de bode?
É um tratamento que se dá; o que significa trabalhar em segredo. Essa preocupação dos Maçons se dá em razão de que no passado, as perseguições do Santo Ofício levavam à tortura e ao sacrifício inúmeros Irmãos, no intento de arrancar-lhes os segredos ou conhecimentos acerca daquilo que protegiam com muita dor e coragem, podendo ser, inclusive, assuntos conspiratórios contra a coroa, ou o império, posto que o combate à tirania e ao obscurantismo fazia parte da grande ocupação de que tratavam os “bodes” na maioria dos Templos Maçons.
Assim, a figura do Bode, que ficou conhecida como símbolo do segredo, do silêncio e da confidencialidade entre os Irmãos de todas as Obediências e Ritos, fez com que adotassem a enigmática caricatura desse animalzinho como uma identificação e reconhecimento entre os membros da fraternidade dos pedreiros livres, e que sobre esse costume muitas brincadeiras se realizem nas iniciações ou nas comunicações bem humoradas entre Irmãos.
No livro de Daniel (12: 4); o Senhor ordena que o profeta lacre e guarde em segredo as palavras de uma mensagem expressa em um determinado livro até o fim dos tempos.
Mais adiante, no mesmo capítulo, nos (vs. 9 – 10), diz o Senhor: “Vai Daniel, porque estas palavras estão fechadas e lacradas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, esbranquiçados e refinados, mas os transgressores procederão iniquamente, e nenhum dos transgressores entenderá, mas os sábios entenderão”. Fiel às instruções do Senhor Deus, Daniel guardou e os de hoje prosseguem guardando o segredo recomendado por Deus.
Embora guardar sigilo na Ordem Maçônica vem desde sua origem; a notícia remonta do período dos apóstolos, por volta do terceiro ano depois de Cristo quando eles se dirigiram a várias localidades para pregar o evangelho. Os que foram para a Palestina, ficaram surpresos com o costume do povo judaico em falar ao ouvido de um bode, um animal muito presente na cultura do povo judeu daquele período. Os apóstolos de Cristo, ao buscarem saber as razões que sustentavam aquela postura, os palestinos davam o silêncio como resposta. Até que um Rabino de uma comunidade, em atenção à indagação do apóstolo Paulo, respondeu-lhe que tal procedimento era (e ainda é parte, até hoje em algumas aldeias do território Israelense) de um cerimonial judaico para expiação de pecados e erros, cujo povo tem o bode como confidente.
Confessar erros e pecados ao um bode, junto ao seu ouvido, segundo o mencionado ritual, assegura ao pecador de que, os segredos de seus delitos confessados ficam guardados, tendo em vista que bode não fala. O confessionário na Igreja Católica foi instituído anos depois, cuja instituição garante ao pecador o voto de silêncio por parte do sacerdote-confessor.
Perseguida pelo governo papal do Vaticano, por discordar frontalmente das instituições oficiais do seu poderoso império, com que a Igreja subjugou, humilhou e matou nas fogueiras da Inquisição milhões de pessoas, muitos maçons foram presos e submetidos aos inquisidores que a todo custo buscavam arrancarem deles confissões sigilosas de domínio da Ordem Maçônica, semelhantes as que o Senhor recomendou ao profeta Daniel fechar e lacrar até o tempo do fim.
Continua.

sábado, 3 de março de 2012

Respeitáveis iir.’.
Neste mês de Março o nosso BLOG das Lojas do Rito Brasileiro no DF, trará uma série de informações dividida em nove partes intitulada  “O BODE NA MAÇONARIA”.
Neste Domingo será publicada a 1º parte. Acompanhem todas as TERÇAS e QUINTAS as novas publicações. Não deixem de conferir.
Participem da leitura e divulguem entre os irmãos o nosso BLOG.
Lojas do Rito Brasileiro no DF

sexta-feira, 2 de março de 2012

Respeitáveis iir.’.
Colaborem com o fortalecimento de nosso Rito, difundindo a cultura Maçônica, enviando sugestões ou artigos para publicação no blog por meio do e-mail: lojas.ritobrasileiro.df@gmail.com
Participem e divulguem entre os irmãos o nosso BLOG.
Lojas do Rito Brasileiro no DF

quinta-feira, 1 de março de 2012

Fatos maçônicos no dia 01 de março:

Você Sabia?
1821 - Sai o primeiro número de O Conciliador do Reino Unido, o primeiro jornal de propriedade de um brasileiro, José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu.
1883 - Fundado um novo GO Brasileiro, por dissidentes do GO UNIDO adormecido poucos anos depois.
1923 - Fundada a GL DO PACÍFICO, Sonora, México.
1939 - Parte para o exílio a Maçonaria espanhola, fugindo das perseguições de Franco.
1969 - Fundada GL do Irã, atualmente no exílio
Outros acontecimentos no dia 01 de março:
Fundação da Casa de Rui Barbosa - Para homenagear a memória de Rui Barbosa, um decreto legislativo de 1924 autorizou o Governo Federal, então presidido por Artur Bernardes, a adquirir a casa onde residira o ilustre brasileiro, bem como sua biblioteca, arquivo, manuscritos e a propriedade intelectual de suas obras. Em 1927, esse conjunto de inestimáveis bens recebeu a denominação de Museu Ruy Barbosa. Mas, já no ano seguinte, mudou-se o nome da instituição, desta vez de forma permanente, para Casa de Ruy Barbosa.
Dia da Vindima - Vindima é a época da colheita das plantações de videira; apreciadores do bom vinho, celebrem o Dia da Vindima!
Dia do Turismo Ecológico - O Brasil e outros países sul-americanos estão com o setor de turismo em expansão, e a parte ecológica é a mais forte dessas nações.

Frase do Dia !!!


"Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo será sempre um irmão"

Benjamin Franklin*


*Ir.’ .Benjamin Franklin (Boston, 17 de janeiro de 1706 — Filadélfia, 17 de abril de 1790) foi  jornalista, editor, autor, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata, inventor e enxadrista estadunidense.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Guatimozim (cognome do Imperador Dom Pedro I)

Cuauhtémoc sendo torturado por Hernán Cortés. Pintura do século XIX por Leandro Izaguirre, México.
Cuauhtémoc, assim como Tetlepanquetzal (o Tlatoani de Tacuba), foi torturado, tendo seus pés queimados no fogo. Mesmo assim, recusou a revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis cobiçavam. Cortés levou-o em sua viagem a Honduras, talvez porque temesse que Cuauhtémoc liderasse uma insurreição. Algumas crônicas indígenas registram que Cuauhtémoc tentara informar outras cidades sobre as intenções dos conquistadores, durante a viagem a Honduras, embora tivesse sido denunciado já que estes também temiam os Astecas. O conquistador espanhol Bernal Díaz del Castillo descreveu uma versão mais elaborada da conspiração. Finalmente, Cortéz ordenou a morte de Cuauhtémoc em 28 de fevereiro de 1525.
Na atual cidade mexicana de Ixcateopan, no estado de Guerrero, reside um ossário que, supostamente, contém os restos mortais de Cuauhtémoc.
Muitos lugares do México têm o seu nome em memória de Cuauhtémoc. Estes incluem a Ciudad Cuauhtémoc no Estado de Chihuahua, o Cuauhtémoc, D.F., município do Distrito Federal Mexicano, e uma avenida e uma estação de metrô na Cidade do México.
É também um dos poucos nomes não-espanhóis (não-castelhanos) muito popular no México, dado a garotos mexicanos. O mais famoso é o futebolista Cuauhtémoc Blanco.
A Marinha do México dispõe também de um navio batizado com o seu nome. A Cervecería Cuauhtémoc é uma cervejaria mexicana bem reconhecida, tanto no México como em outros países.
Obs. o ADONHIRAMITA de Junho/1822 foi o 1º Rito no Brasil em que D. Pedro I foi inicado; Data de implantação dos Rito no Brasil => ADONHIRAMITA Junho/1822; MODERNO Agosto/1822; ESCOCÊS Nov/1832; SCHRODER 1855; YORK (Emulação) 1875; BRASILEIRO Março de 1968;

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Guatimozim (cognome do Imperador Dom Pedro I)

Imperador Dom Pedro I, que era maçom, com o cognome de Guatimozin veja por ele escolheu este cognome no Rito de Adonhiramita, o último imperador asteca, Cuauhtemoc foi torturado, tendo seus pés queimados no fogo; Mesmo assim, recusou a revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis cobiçavam, em 28/02/1525  o último imperador asteca, Cuauhtemoc, é torturado e executado pelo conquistador espanhol Hernan Cortes, o Imperador Dom Pedro I escolhe o cognome para que todos soubessem que ele nem sobre tortura revelaria onde estavam os tesouros do Brasil.
Cuauhtémoc (1502 - 28 de fevereiro de 1525), também chamado Cuauhtemotzin ou Guatimozin, foi o último governador Tlatoani Asteca de Tenochtitlán e o último imperador asteca. Seu nome significa "águia que cai" na língua Nahuatl (cuauhtli significa águia; temoc, declinante) pode também ser interpretado como "sol se pondo".
História
Cuauhtémoc assumiu o poder em 1520, sucedendo Cuitláhuac. Era sobrinho do imperador Moctezuma II, e sua jovem esposa era uma das filhas de Montezuma. Ascendeu ao trono quando sua cidade estava sendo sitiada pelos espanhóis e devastada por uma epidemia de varíola. Na época, tinha cerca de 18 anos. É provável que, após o massacre do templo principal de Tenochtitlán, poucos capitães astecas restavam.
Em 13 de agosto de 1521, Cuauhtémoc dirige-se ao campo para pedir reforços à decadente Tenochtitlán, após oito dias de contínuos de combate contra os espanhóis. De todos os Nahuas, apenas os Tlatelolcas permaneceram leais, e os Tenochcas sobreviventes procuraram refúgio em Tlatelolco, onde até mesmo as mulheres batalharam. Cuauhtémoc foi capturado enquanto, disfarçado, atravessava o Lago Texcoco. Ele rendeu-se a Hernán Cortés, oferecendo-lhe sua faca e pedindo para ser morto.
Como todos os indivíduos recém-conquistadas, os conquistadores tentaram converter ao cristianismo, mas só o fizeram até o dia em que lhe deram sentença de morte. Segundo Héctor Pérez Martínez, seu nome católico havia sido Hernando de Alvarado Cuauhtémoc; outras fontes citam só Hernando e Fernando. Os convertidos recebiam os nomes dos padrinhos, e Pérez Martínez suponhe que os parinhos de Cuauhtémoc foram o próprio Hernán Cortés e Pedro de Alvarado.
 Continua...