quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Guatimozim (cognome do Imperador Dom Pedro I)

Cuauhtémoc sendo torturado por Hernán Cortés. Pintura do século XIX por Leandro Izaguirre, México.
Cuauhtémoc, assim como Tetlepanquetzal (o Tlatoani de Tacuba), foi torturado, tendo seus pés queimados no fogo. Mesmo assim, recusou a revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis cobiçavam. Cortés levou-o em sua viagem a Honduras, talvez porque temesse que Cuauhtémoc liderasse uma insurreição. Algumas crônicas indígenas registram que Cuauhtémoc tentara informar outras cidades sobre as intenções dos conquistadores, durante a viagem a Honduras, embora tivesse sido denunciado já que estes também temiam os Astecas. O conquistador espanhol Bernal Díaz del Castillo descreveu uma versão mais elaborada da conspiração. Finalmente, Cortéz ordenou a morte de Cuauhtémoc em 28 de fevereiro de 1525.
Na atual cidade mexicana de Ixcateopan, no estado de Guerrero, reside um ossário que, supostamente, contém os restos mortais de Cuauhtémoc.
Muitos lugares do México têm o seu nome em memória de Cuauhtémoc. Estes incluem a Ciudad Cuauhtémoc no Estado de Chihuahua, o Cuauhtémoc, D.F., município do Distrito Federal Mexicano, e uma avenida e uma estação de metrô na Cidade do México.
É também um dos poucos nomes não-espanhóis (não-castelhanos) muito popular no México, dado a garotos mexicanos. O mais famoso é o futebolista Cuauhtémoc Blanco.
A Marinha do México dispõe também de um navio batizado com o seu nome. A Cervecería Cuauhtémoc é uma cervejaria mexicana bem reconhecida, tanto no México como em outros países.
Obs. o ADONHIRAMITA de Junho/1822 foi o 1º Rito no Brasil em que D. Pedro I foi inicado; Data de implantação dos Rito no Brasil => ADONHIRAMITA Junho/1822; MODERNO Agosto/1822; ESCOCÊS Nov/1832; SCHRODER 1855; YORK (Emulação) 1875; BRASILEIRO Março de 1968;

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Guatimozim (cognome do Imperador Dom Pedro I)

Imperador Dom Pedro I, que era maçom, com o cognome de Guatimozin veja por ele escolheu este cognome no Rito de Adonhiramita, o último imperador asteca, Cuauhtemoc foi torturado, tendo seus pés queimados no fogo; Mesmo assim, recusou a revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis cobiçavam, em 28/02/1525  o último imperador asteca, Cuauhtemoc, é torturado e executado pelo conquistador espanhol Hernan Cortes, o Imperador Dom Pedro I escolhe o cognome para que todos soubessem que ele nem sobre tortura revelaria onde estavam os tesouros do Brasil.
Cuauhtémoc (1502 - 28 de fevereiro de 1525), também chamado Cuauhtemotzin ou Guatimozin, foi o último governador Tlatoani Asteca de Tenochtitlán e o último imperador asteca. Seu nome significa "águia que cai" na língua Nahuatl (cuauhtli significa águia; temoc, declinante) pode também ser interpretado como "sol se pondo".
História
Cuauhtémoc assumiu o poder em 1520, sucedendo Cuitláhuac. Era sobrinho do imperador Moctezuma II, e sua jovem esposa era uma das filhas de Montezuma. Ascendeu ao trono quando sua cidade estava sendo sitiada pelos espanhóis e devastada por uma epidemia de varíola. Na época, tinha cerca de 18 anos. É provável que, após o massacre do templo principal de Tenochtitlán, poucos capitães astecas restavam.
Em 13 de agosto de 1521, Cuauhtémoc dirige-se ao campo para pedir reforços à decadente Tenochtitlán, após oito dias de contínuos de combate contra os espanhóis. De todos os Nahuas, apenas os Tlatelolcas permaneceram leais, e os Tenochcas sobreviventes procuraram refúgio em Tlatelolco, onde até mesmo as mulheres batalharam. Cuauhtémoc foi capturado enquanto, disfarçado, atravessava o Lago Texcoco. Ele rendeu-se a Hernán Cortés, oferecendo-lhe sua faca e pedindo para ser morto.
Como todos os indivíduos recém-conquistadas, os conquistadores tentaram converter ao cristianismo, mas só o fizeram até o dia em que lhe deram sentença de morte. Segundo Héctor Pérez Martínez, seu nome católico havia sido Hernando de Alvarado Cuauhtémoc; outras fontes citam só Hernando e Fernando. Os convertidos recebiam os nomes dos padrinhos, e Pérez Martínez suponhe que os parinhos de Cuauhtémoc foram o próprio Hernán Cortés e Pedro de Alvarado.
 Continua...

domingo, 27 de novembro de 2011

:: O Maçom e o Alfaiate ::

Um dia um homem recebeu a notícia de que seria iniciado Maçom, ficou tão eufórico que quase não se conteve:
- Serei um grande homem agora - disse a um amigo.
- Preciso de roupas novas, imediatamente, roupas que façam juz à minha nova posição na vida.
- Conheço o alfaiate perfeito para você, replicou o amigo.
- É um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito, vou lhe dar o endereço. E o novo Maçom foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas. Depois de guardar a fita métrica, o homem disse: - Há mais uma informação que preciso ter.
- Há quanto tempo o senhor é Maçom ???
- Ora, o que isso tem a ver com a medida do meu balandrau ???
Perguntou o cliente surpreso.
- Não posso fazê-lo sem obter esta informação senhor.
- É que um Maçom recém iniciado fica tão deslumbrado que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito.
- Assim sendo, tenho que fazer a parte da frente maior que a de trás, ano mais tarde, quando está ocupado com o seu trabalho e os transtornos advindos da experiência que o tornam sensato, e olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito a seguir, aí então, costuro o balandrau de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento.
- E mais tarde, depois que o maçom está curvado pela idade e pelos anos de trabalho cansativo, sem mencionar a humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o balandrau de modo que as costas fiquem mais longas que a frente.
- Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor foi iniciado para que a roupa lhe assente apropriadamente. O novo Maçom saiu da alfaiataria pensando menos no balandrau e mais no motivo que levara seu amigo a mandá-lo procurar exatamente aquele alfaiate.
Texto extraído da internet. Autor Desconhecido.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sessão Magna de Iniciação - JK

A Loja Maçônica Presidente Juscelino Kubitschek, convida todos os irmãos para Sessão Magna de Iniciação neste sábado 26.11.2011.


domingo, 20 de novembro de 2011

Você Sabia? 1791: Estréia de “A Flauta Mágica” II

Parte Final

O gênio austríaco assimilou as mais diversas influências (sinfonias francesas, singspiel alemão, música de câmara vienense, música dramática italiana) com uma extraordinária facilidade. Ele é provavelmente o único compositor a ter escrito obras-primas em praticamente todos os gêneros musicais de sua época.
As serenatas, divertimentos e danças escritas por ele para festas ao ar livre e entretenimento da nobreza refletiam seu estilo de vida e personalidade: ao mesmo tempo em que se comportava como uma criança que parecia não amadurecer,  esbanjava o dinheiro que recebia, vindo a morrer pobre.
Com A Flauta Mágica, Mozart esperava relançar sua carreira, pois passava por uma fase de incompreensão da sociedade vienense. Ele nem chegou a gozar o sucesso desta ópera, morrendo três meses depois, a 5 de dezembro de 1791, deixando seu Requiem inacabado.
O caçador de pássaros Papageno
Composto em 1791, este singspiel foi uma colaboração de Schikaneder, um misto de compositor, ator, empresário, cantor, poeta e libretista, com Mozart, que ingressou na maçonaria em Viena.
O enredo inspira-se no conto Lulu, oder Die Zauberflöte, de Liebeskind. Uma flauta mágica é a arma que uma fada dá a um jovem e belo príncipe para vencer os inimigos que lhe aparecem no caminho. A estréia, que imediatamente empolgou a maioria dos irmãos maçônicos de Mozart, não agradou ao clero e à nobreza.
Depois de estrear em Viena em 1791 e chocar com a revelação pública dos segredos da iniciação na maçonaria, não faltou quem visse na obra um significado político oculto. Na realidade, o conteúdo de A Flauta Mágica consiste fundamentalmente na vontade dos homens de que a razão triunfe sobre o obscurantismo.
É o que acontece no final: Monostatos, a Rainha da Noite e seu séquito são devorados pelas trevas, ao passo que Sarastro, Tamino, Pamina e os Sacerdotes são iluminados pelos primeiros raios da manhã. Celebra-se então a vitória da luz sobre a escuridão.

sábado, 19 de novembro de 2011

Você Sabia? 1791: Estréia de “A Flauta Mágica” I


1º Parte
O compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburgo, na Áustria, em 27 de janeiro de 1756. Seu nome completo era Johannes Chrisostomus Wolfgang Theophilus Mozart, mas posteriormente ele trocou o prenome Theophilus por Amadeus.
Menino prodígio, aprendeu com o pai, também músico, e já aos 7 anos realizou sua primeira turnê pela Europa como músico. Sua primeira ópera, La finta semplice, foi escrita em 1768, quando tinha apenas 12 anos.
Esperando encontrar trabalho fora de Salzburgo e da corte do arcebispo, Mozart viajou em 1777 para Munique, Mannheim e Paris com sua mãe, que morreu subitamente em 1778.
Sem perspectiva de trabalho, voltou a Salzburg em 1779 e se tornou o organista da corte do arcebispo, de onde se demitiu em 1781, tornando-se um dos primeiros músicos da história a empreender uma carreira musical sem o apadrinhamento e os benefícios da igreja ou da corte, ou mesmo de um mecenas rico.
Mozart mudou-se para Viena, onde se casou com Constanze Weber em agosto de 1782, contra a vontade do pai. Começou aí uma época de enorme criatividade. Mozart possuía um talento incomum. Quando sentava-se para compor, simplesmente imprimia com a pena o que já estava em sua cabeça, surpreendendo pela velocidade com que fluíam as notas.
Facilidade para assimilar influências...
Em sua produção musical, destacou-se pela perfeição de sua escritura, riqueza, originalidade, acuidade e sensibilidade, transcendendo todos os esquemas estabelecidos por antecessores e contemporâneos.
Continua...